domingo, 23 de abril de 2017

Capela Militar do Bom Jesus (Valença - Minho)



Capela Militar do Bom Jesus

Capela Barroca, Séc. XVII E XVIII.
A capela do Bom Jesus do Bonfim, da autoria de Manuel Pinto Vilalobos, possui nave e capela-mor retangulares. No interior conserva uma pequena imagem de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Regimento de Infantaria n.o 21 estacionado em Valença e que um soldado transportava numa mochila sempre que o regimento saía em campanha.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A lenda do rio Lethes – Ponte de Lima



Já tinham passado o Tejo, o Zêzere, o Mondego, o Vouga e o Douro, alguns mais a custo que os outros, mas sem problemas de maior. Mas quando a Legião romana viu o Lima estacou. Seria este o Lethes? Estavam tão longe de casa, tinham já passado tantas privações e agora deparavam-se com mais este obstáculo. Seria? O burburinho deve ter-se instalado primeiro entre a soldadesca e depois junto dos oficiais.

– É o rio Lethes. Daqui não passamos!

O temor do exército romano era compreensível. Se fosse o Lethes, bastaria tocar nas suas águas para se esquecerem de tudo e de todos. Porque o Lethes, toda a gente o sabe, é a fronteira para o mundo inferior, o mundo dos mortos.


Décimo Júnio Bruto, o Cônsul romano que comandava as tropas, bem tentou convencer os seus Centuriões a passar palavra aos soldados de que ainda estavam muito longe da fronteira final e que passado o rio continuariam a sua marcha gloriosa de conquista e romanização deste território nos confins do Império.

Mas nem a autoridade nem a persuasão do Cônsul foram suficientes para apaziguar as hostes. Este era mesmo o rio Lethes e quem o atravessasse não mais voltaria para os seus amados.

Num impulso, Décimo Júnio Bruto arranca o estandarte da Legião do soldado que o levava, esporeia o cavalo e entra decidido no rio, perante o terror dos seus homens.


O Cônsul atravessou o Lima e chegado à outra margem começou a agitar a Águia Imperial e a chamar pelos seus homens, provando-lhes assim que aquele não era o Lethes.

Convencido, o exército atravessou as águas do Lima e seguiu a sua marcha que lhe daria a glória. Décimo Júnio Bruto passou à História com o cognome de Galaico, por ter sido o conquistador da que é hoje a Galiza.

(Fonte: http://portugaldelesales.pt/lenda-rio-lethes-ponte-de-lima/)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Serra do Caramulo



A Serra do Caramulo está situada no concelho de Tondela, distrito de Viseu. É uma zona de montanha de origem granítica e xistosa. As urses e a carqueja predominam a sua flora.

A serra é povoada por aldeias com casas e espigueiros em granito típicos desta região. Tendo sido esta zona povoada por romanos, ainda se podem encontrar alguns vestígios dessa época, como os trilhos de pedra.

Pode apreciar os campos verdes e a beleza das árvores junto à água cristalina dos ribeiros que a atravessa por todos os lados e desfrutar da deslumbrante paisagem enquanto respira um ar realmente puro e saudável. 



Vale a pena visitar a Serra do Caramulo, não só pela natureza, mas também pelas aldeias típicas, o Museu de Caramulo, (automóveis e arte), os passeios pedestres temáticos e bem sinalizados e as olarias, entre outros.



quarta-feira, 12 de abril de 2017

Vouzela - Parque da Liberdade



Vouzela fica a 30 km de Viseu, a 60 km de Aveiro, a 2 km das Termas de São Pedro do Sul, a pouco mais de uma hora do Porto e a mais ou menos três horas de Lisboa.

É sede de um município com 193,69 km² de área e 10 564 habitantes (2011), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de São Pedro do Sul, a leste por Viseu, a sul por Tondela e pela porção secundária de Oliveira de Frades, a sudoeste por Águeda e a noroeste pela porção principal de Oliveira de Frades.

É fácil chegar a este concelho quer via A25 quer através das EN 16, 228, e 333.

O concelho tem origem no antigo concelho de Lafões, do qual era uma das duas sedes, juntamente com São Pedro do Sul. Em 1836, Lafões foi repartido entre Vouzela e São Pedro do Sul.

(Fonte: Wikipédia)

domingo, 9 de abril de 2017

domingo, 2 de abril de 2017

Termas de S. Pedro do Sul


Com mais de dois mil anos de história, as Termas de São Pedro do Sul contam já com inúmeros casos de sucesso e onde o regresso anual dos aquistas é uma realidade conseguida. São também as maiores termas a nível nacional e estão entre as maiores e melhores da Europa.
Estas águas medicinais são aconselhadas por vários médicos conceituados, que recomendam o tratamento termal ao invés do recurso ao consumo de medicamentos. A razão é, para além da melhoria significativa da mobilidade e diminuição de dores, a conquista da autonomia e auto-confiança dos doente e a diminuição do consumo de produtos químicos. A opção por um tratamento não agressivo, preventivo e sem efeitos secundários como a cura termal, levará a uma melhoria significativa da qualidade de vida.
Com uma média anual de 20000 aquistas, as Termas de São Pedro do Sul aliam as propriedades únicas da sua água à natureza esplêndida que envolta a cidade termal.
Rodeada pela Serra de S. Macário, Serra da Arada e pela Serra da Freita, em conjunto com o rio Vouga, transparece ainda mais a beleza natural e o ar puro existente em São Pedro do Sul.
Abertas durante todo o ano, as Termas de São Pedro do Sul colocam à disposição dois balneários termais – o clássico Balneário Rainha D. Amélia e o amplo Balneário D. Afonso Henriques, ambos modernamente equipados e com uma equipa técnica qualificada.

Quimismo da Água:
É uma água francamente mineralizada, que emerge à superfície a uma temperatura de 68.7º C, com um caudal aproximado de 10 litros por segundo, tendo um pH de 8.89 a 18º C.
Trata-se de uma água doce, com reacção muito alcalina, bicarbonatada, carbonatada, fluoretada, sulfidratada, sódica e fortemente silicatada.

Indicações Terapêuticas e respectivas patologias:
As Termas de São Pedro do Sul têm como indicação terapêutica as seguintes patologias:
            - Doenças do Aparelho Respiratório
            - Doenças Reumáticas e Músculo-esqueléticas
            - Doenças Metabólico-Endócrinas

(Fonte: Termas de Portugal)

sexta-feira, 31 de março de 2017

Ermida de Nossa Senhora da Paz

A Ermida de Nossa Senhora da Paz localiza-se no alto do Monte de Nossa Senhora da Paz, localiza-se no concelho de Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores, em Portugal. Do seu local, descortina-se uma vista abrangente daquele trecho do litoral sul da ilha.

Este templo construído em 1764 remonta a um templo mais primitivo, erguido possivelmente no século XVI, segundo a tradição no local onde um pastor terá encontrado uma imagem da Virgem numa gruta. O atual templo, erguido sobre o anterior, data do século XVIII.

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A Lenda da Ermida

Nos montes ao redor de Vila Franca do Campo trabalhavam muitos pastores. Num certo dia, alguns deles recolheram-se a uma das grutas ali existentes, para se abrigarem do mau tempo, encontrando uma imagem de Nossa Senhora. Admirados com o achado, levaram-na para a Igreja Matriz, onde a entregaram ao pároco. No dia seguinte, os pastores encontraram novamente a imagem, na mesma gruta. Reconduzida à Matriz, o fenómeno repetiu-se por alguns dias, até que o povo compreendeu que a imagem desejava ter uma ermida naquele sítio. Os materiais de construção começaram a ser transportados para um local mais abaixo da gruta, lugar mais abrigado dos ventos fortes, iniciando-se os trabalhos. No dia seguinte, entretanto, quando os trabalhadores chegaram para iniciar o dia de trabalho, encontraram o local revirado, e as pedras colocadas no local onde a imagem fora encontrada pela primeira vez. Nesse sítio, então, foi erguida a Ermida de Nossa Senhora da Paz, com o Menino Jesus ao colo, tendo na mão um ramo de oliveira.

(Fonte: Wikipédia)

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Parque Terra Nostra

O Parque Terra Nostra é um jardim botânico português localizado no Vale das Furnas, concelho da Povoação, ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores.

Este parque encerra uma das maiores colecções do mundo de camélias, tendo mais de 600 géneros diferente e também a maior colecção da Europa de Cicas.

A fundação deste jardim botânico recua a 1780, quando o então Cônsul dos Estados Unidos na ilha de São Miguel, Thomas Hickling, mandou construir neste espaço a sua residência de Verão, então conhecida como Yankee Hall.

Foi no entanto em meados do século XIX que o jardim propriamente dito teve uma grande desenvolvimento, da área ocupada de dois hectares, por iniciativa dos seus sucessivos proprietários, fossem os Viscondes da Praia ou mais tarde a família Bensaúde, aumentou gradualmente até ter uma dimensões bastante confortáveis.

Corria o ano de 1848 e depois de comprado pelo 1.º Visconde da Praia, Duarte Borges da Câmara e Medeiros, este parque veio a sentir o seu primeiro e grande aumento, neste altura foi feita a criação dos jardins de água e à plantação de alamedas sombrias e de canteiros de flores, bem como à substituição do Yankee Hall pela actual Casa do Parque que neste momento se encontra dedicada à hotelaria.

Foi em 1872, e já nas mãos do 2.º Visconde da Praia, António Borges de Medeiros Dias da Câmara e Sousa, que se deu o ordenamento do jardim, tendo-se nesta altura recorrido a especialistas, tanto portugueses como ingleses. Estes especialistas procederam à reconstrução do actual canal serpentiforme, das grutas, das avenidas de buxo, e, ainda, dos caminhos ladeados de laranjeiras, já desaparecidas.

Foi também sob o comando do 2º. Visconde que se procedeu ao plantio de parte significativa das árvores mais emblemáticas, que dominam as diversas áreas do Parque e que foram importadas, vindo algumas de zonas tão distantes e díspares como a América do Norte, a Austrália, a Nova Zelândia, a China e a África do Sul.

Decorriam os anos 30 do século XX, o Parque Terra Nostra, foi adquirido por Vasco Bensaúde, que viu neste parque um complemento ao acabado de inaugurar Hotel Terra Nostra. Nesta altura parque é de novo ampliado, alcançando a área de 12,5 ha que estão divididos por jardins e matas.

Foi Vasco Bensaúde, pessoa possuidora de grandes conhecimentos em botânica e jardinagem, que manda então fazer a recuperação do Parque. Para isso dá a direcção do mesmo ao seu jardineiro de origem escocesa: John McEnroy.

Nesta altura são feitas obras de manutenção na Casa do Parque e na piscina de água férrea vulcânica e natural de cor castanha e cuja temperatura ronda os 25 graus, sendo a piscina forrada a pedra de cantaria e plantas novas plantas exóticas de forma a aumentar o número de espécies existentes.

Este parque que foi considerado um dos mais bonitos do mundo pela revista Condé Nast Travel das Condé Nast Publications está aberto todos os dias da semana entre as 10:00 e as 19:00.

(Fonte: Wikipédia)

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O Cubo - (Porto - Portugal)

Cubo de bronze, da autoria de José Rodrigues, assente por um dos vértices, integrado na reconstituição de uma fonte antiga descoberta naquela zona. A escultura é animada por jogos de água, tendo nas faces superiores algumas pombas esculpidas partilhando aquele espaço com os seus modelos vivos. (Fonte: VisitPorto)

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