sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Petição para a Assembleia da República

A proposta de aumento médio de 3,8% na factura da energia eléctrica resulta de custos impostos ao sector que ganham uma dimensão insustentável. Exigimos cortes em várias áreas.

Em 2011, o custo da electricidade vai pesar mais no orçamento dos consumidores. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs, em Outubro, uma média de 3,8% de aumento na tarifa da electricidade.

Opções políticas e medidas legislativas condicionam a fixação das tarifas e levam a que a parcela dos “Custos de Interesse Geral” continue com um crescimento imparável. Em 2011, prevê-se um total de 2,5 mil milhões de euros de custos, um aumento superior a 30%, face a 2010. Por exemplo, na factura, por cada € 100 pagos, € 42 referem-se a “Custos de Interesse Geral”, que podem e devem ser reduzidos. Alguns não têm relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica.

É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. Para 2011, a diminuição de 10% nestes custos levaria a uma redução de 5% na factura.

Há muito que a DECO alerta para a situação no sector e exige uma redução dos custos de interesse geral, para que o preço a pagar pelos consumidores seja mais justo.

4 comentários:

  1. Meu caro
    Sabe o que é que acho?...Que vamos ter de poupar mais ou então, voltar atrás no tempo. Esmiuçando esta ideia; temos de começar a usar as velas, as candeias de azeite ou candeeiros a petróleo, acender a fogueira em vez de ligarmos os radiadores à tomada eléctrica, voltar a usar os tais cobertores do Papa e andarmos todos enrolados em xailes e mantas dentro de casa como antigamente e desligar TV's e PC's até às 23H00.
    Garanto-lhe que não só se poupava (muito) como aumentava a taxa de natalidade em Portugal!!!! :))

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  2. Fui o nº 60.305 da PETIÇÃO.

    Obrigado, JORGE.

    Um abraço.

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  3. Não consigo entrar!!!!!!!! :(((((
    Registei-me, mas não consigo entrar!!
    Se calhar não faço as coisas como deve ser!!
    Paciência!! :(((

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  4. Venha o direito à indignação.
    Os monopólios das empresas dos serviços essenciais (EDP, PT, GAZ, Águas, etc.) têm demonstrado absoluta indiferença no trato com os seus clientes/consumidores.
    Facturam o que entendem.
    O aluguer dos contadores foi retirado das facturas por vontade da AR. Pois bem, logo de seguida, essas entidades inventaram forma de continuarem a embolsar aquelas receitas que lhe foram retiradas, criando uma taxa de disponibilidade.

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