quinta-feira, 23 de abril de 2009

Curiosidades da Natureza



O pinheiro-bravo (Pinus pinaster) é uma espécie de pinheiro originária do Velho Mundo, mais precisamente da região da Europa e Mediterrâneo.

É uma árvore média, alcançando entre 20 a 35 metros. A copa das árvores é piramidal. O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente fendida. A sub-espécie mediterrânica tende a possuir casca mais espessa, que pode ocupar mais de metade da secção do tronco. As suas folhas são folhas persistentes, em forma de agulhas agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento. Tem uma ramificação verticilada, densa, os ramos quando são jovens são muito espaçados e amplos.

Em Portugal era primitivamente uma espécie espontânea na faixa costeira sobre solos arenosos a norte do Tejo, onde encontra as condições fitoclimáticas ideais: humidade atmosférica e influência atlântica, mas actualmente, devido à acção do homem está presente por todo o País, existindo abundantes localizado nos extremos no Norte e Centro (distritos de Viseu, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Santarém), que com uma superfície de 812 000 hectares plantados, representam 62,5% da área total do pinheiro em Portugal; penetra até Trás-os-Montes e Beiras, e na faixa litoral desde o Minho até à Península de Setúbal.



O pinheiro-manso (Pinus pinea) é também uma espécie de pinheiro originária da Europa e Mediterrâneo. Desde a pré-história que esta árvore é aproveitada como fonte de alimento, devido aos pinhões que esta árvore produz, sendo uma espécie bastante disseminada.

O pinheiro-manso pode exceder os 25 metros de altura, embora normalmente seja de menor dimensão, entre os 12 e os 20 metros. Possui uma forma de sombrinha bastante característica, com o tronco curto e largo, culminando numa copa bastante plana, o que lhe confere a sua forma conhecida.

É uma árvore ornamental de grande valor. A sua forma é inconfundível devido ao formato da sua copa semi-esférica. Em alamedas e jardins proporciona uma sombra densa e muito agradável.

O epíteto específico, " Pinea", é o nome em latim da pinha, alusivo aos pinhões comestíveis que produz. Os pinhões, são entre nós muito utilizados em confeitaria, culinária e no fabrico de determinados enchidos. É relativamente comum em Lisboa, sobretudo em parques e jardins.

Posto isto vejam esta foto que tirei há dias e expliquem-me o que vos parece que aconteceu aqui.