domingo, 13 de julho de 2008

A pérfida Cloé - Augusto Gil

Um dia uma víbora mordeu num pé

a pérfida Cloé.

Perguntarão:

Que sucedeu
 à pérfida Cloé ?
Morreu ?

Isso morreu ela...

Mal sentiu a mordidela.

Não teve febre, nem ardor, nem nada.


- A bicha é que morreu envenenada!

(Augusto Gil)