domingo, 13 de julho de 2008

A pérfida Cloé - Augusto Gil

Um dia uma víbora mordeu num pé

a pérfida Cloé.

Perguntarão:

Que sucedeu
 à pérfida Cloé ?
Morreu ?

Isso morreu ela...

Mal sentiu a mordidela.

Não teve febre, nem ardor, nem nada.


- A bicha é que morreu envenenada!

(Augusto Gil)

3 comentários:

  1. Coitado daqueles que vivem ao redor desta Cloé. Além de falsa, desleal, infiel, é como aquela velha debaixo da cama!

    Agradeço a visita!

    ResponderEliminar
  2. Amigo, tem prêmio pra ti lá no blog. Bjuuu e bom início de semana.

    ResponderEliminar
  3. hehehe Viu só no que é dá?
    Beijos!
    Letícia.

    ResponderEliminar

Obrigado pela visita. Agradeço o seu comentário.